Domingo, 23 de Novembro de 2008

Al-Jazaïr

Dia estranho este, levantei-me às 7:00h e cá estou eu, 23:58h hora local, a escrever este texto num país tão igual e tão diferente do meu.

Avião Lisboa-Paris, outro Paris-Argel implicaram passar por uma série de controlos fronteiriços mais ou menos rigorosos.
A chegada a Argel é que foi uma experiência sui géniris. Um esforço enorme por parte das autoridades locais para interpretar os passaportes, os apelidos nele contidos, as fotos mais ou menos actuais,  contrastaram fortemente com a facilidade com que nos convidaram com insistência a passar pelo detector de metais. O Detector mais parecia uma árvore de natal iluminada à passagem de cada passageiro. Tudo isto observado por um agente encostado a um poste que, quase desfraldado, nos encorajava a avançar sem receio, sem esboçar um gesto ou intenção de nos revistar. Afinal, quem é que vem de Paris para colocar bombas em Argel!?!?

 

A espera das malas implicou um número de circo inovador, "a caminhada-do-agente-da-autoridade-pelo-tapete-das-malas, no-sentido-inverso-do-movimento-das-mesmas, e o seu posterior-desaparecimento-pela-abertura-de-onde-estas-saem"!!!! Tudo isto enquanto o tapete rolava, transcendental!!!

Cinco barreiras policiais entre o aeroporto e o hotel, carros revistados à porta do dito, houve de tudo um pouco.

Tudo isto isto está muito certo, mas os homens a beijarem-se uns aos outros a torto e a direito é que me soa a exagero!!! :)

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publicado por BigJoao às 00:16
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